FESTIVAL
EM IMAGENS de
9 a 16 de julho de 2005
Fotos: Bruno Barros,
Rute Marques e Silvia Maoski

A banda morretense Alkool Mais fez o público do Festival de
Inverno dançar ao som de pop, rock, pagode, axé, forró e muito
mais. Coreografias, palmas, gente alegre e animada fizeram
tremer as ruas de Antonina.

Durante o dia, oficinas e espetáculos. Durante a noite, programação
de espetáculos e shows fora do programa, como a turma dos
malabares com fogo, rodas de samba e forró.

Três amigos, três amantes da boa música, três artistas de
Antonina. O MP3 apresentou samba de raiz. Pagode, bolero e
forró na Arena do Belvedere.
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Animação e muita festa num show

A Igreja Matriz de Antonina foi o palco perfeito para a apresentação
do grupo Wandula. Com sua sonoridade particular, o Wandula
tocou a alma e enlevou o público.

As apresentações no Theatro Municipal atraíram grande público
durante o 15º Festival de Inverno da UFPR. Ingressos disputados
e filas foram constantes nas duas sessões diárias de apresentação.

As casas de Antonina têm um diferencial: placas com títulos
de música e autores da MPB. Esta é a senha para aqueles que
desejam receber a visita do Grupo de Seresta Canto do Mar.
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Os grupos artísticos da UFPR também se apresentaram durante
o Festival de Inverno. A Orquestra Filarmônica Juvenil da
UFPR apresentou obras clássicas consagradas no Theatro Municipal.

A
festa da tristeza e da alegria, as lendas e músicas indígenas
encheram os olhos das crianças que assistiram ao espetáculo
"Urucum e o Fogo", do grupo Teatro Filhos da Lua.

A
oficina de Palhaço/Clown, do ministrante Rafael Petzet Barreiros
está transformando os alunos. Improviso, criatividade e jogos
são auxiliares no encontro do aluno com sua arte e superação
do ridículo, na transformação do indivíduo em clown.

A
melhor idade tem espaço especial no Festival de Inverno da
UFPR. A oficina Dinâmica da Alegria, ministrada pelo professor
Hélio Cidade Filho, oferece atividades artísticas e de recreação.
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A
alegria toma conta das ruas de Antonina. É gente criando,
são crianças jogando capoeira, celebrando a cultura no 15º
Festival de Inverno da UFPR.

Igreja
lotada para ouvir o som do Quarteto Pneuma, formado por músicos
e alunos da Escola de Música e Belas Artes do Paraná.

Com
músicas de Milton Nascimento, Itamar Assumpção, Chico Buarque
e outros grandes, o Grupo de MPB da UFPR apresentou, no Theatro
Municipal de Antonina, o espetáculo "Dez + 1", que comemora
os onze anos de estrada do coro.

O
público cantou e dançou muito com os sucessos de Willian e
Renan no Palco Principal. A dupla retornou ao Festival de
Inverno, evento que os lançou ao grande público em 2001.
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A
oficina de Tecelagem foi uma das primeiras a ter vagas esgotadas.
Além de ensinar a técnica a novos interessados na arte, as
oficinas de artesanato auxiliam na reciclagem dos artesãos
locais.

A
espontaneidade impera nas noites antoninenses, levando participantes
de oficinas a dançar nas rodas de Tambor de Criola, dança
típica do Maranhão.

Começou!
Com um show que celebrava a paz, os gaúchos do grupo Nenhum
de Nós fizeram o espetáculo de abertura do 15º Festival de
Inverno da UFPR em Antonina. Até a chuva, que antes da abertura
esteve presente na cidade, fez um intervalo para ouvir a "música
com alma" do NdNós. Antigos sucessos, canções do CD "Acústico
2" e duas inéditas do novo CD "Pequeno Universo" embalaram
um público estimado em cinco mil pessoas.

Os bailarinos colombianos do Grupo Fayanka apresentaram a
performance de dança e acrobacia em pernas de pau "Equilíbrio
em Movimento" na abertura do 15º Festival de Inverno da UFPR,
como parte de uma turnê que a dupla está fazendo em diversos
festivais culturais da América do Sul.
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Quatro
horas antes da abertura das portas, centenas de crianças já
esperavam para garantir uma vaga em uma das 45 oficina infantis,
na manhã de sábado, 9 de julho. As oficinas do Caranguejinho,
dança, capoeira e modelagem foram as primeiras e terem vagas
esgotadas.

Todos os espaços utilizados durante o 15º Festival de Inverno
da UFPR são sinalizados, aguardando a chegada dos participantes.

Descarregar caminhões, erguer o palco, sinalizar a cidade.
O "circo" do Festival de Inverno começa a ser erguido em Antonina.
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